Futuros de Wall Street operam em alta em semana de importantes balanços corporativos e decisão monetária do Fed

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NESTA MANHÃ
Nesta manhã: Futuros de Wall Street operam em alta em semana de importantes balanços corporativos e decisão monetária do Fed.
  • As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa, após uma rodada de perdas em Wall Street motivada por dados econômicos e balanços corporativos decepcionantes. O índice acionário Nikkei caiu 0,77%, enquanto o Hang Seng recuou 0,22% e o Xangai Composto teve perda de 0,60%. Mas, as ações do setor imobiliário da China subiram em meio a um relatório de que as autoridades planejam um fundo para apoiar desenvolvedores em dificuldades.
  • Na Europa, as bolsas operam em alta moderada, ganhando alguma tração após a recuperação dos futuros de Wall Street, em semana de importantes balanços corporativos e decisão monetária do Fed. Desse modo, o índice Stoxx Europe 600 avança 0,31%.
  • Os futuros dos índices de ações de Wall Street indicam abertura em alta. 
  • O rendimento do T-Notes de 10 anos está em 2,79%.
  • Os contratos futuros do Brent sobem 1,00% a US$ 104,23 o barril.
  • O ouro avança 0,18%, a US$ 1.730,58 a onça.
  • O Bitcoin negocia a US$ 22 mil.
AGENDA DO DIA
  • 08:00 Brasil: Confiança do Consumidor FGV (Jul)
  • 08:25 Brasil: Relatório Focus
  • 09:30 EUA: Índice de Atividade Nacional Fed Chicago (Jun)

RESUMO DO FECHAMENTO ANTERIOR
BRASIL

 O Ibovespa cedeu ao aprofundamento de perdas em Nova York, encerrando a sessão em queda de 0,11%, aos 98.924,82 pontos. Contudo, acumula alta de 2,46% na semana. 

Os juros futuros terminaram em queda, alinhados ao exterior que, por sua vez, digeriu o resultado dos PMIs fracos nos EUA e Europa. Além disso, o recuo nos preços do petróleo e o câmbio bem comportado também contribuíram. Ao passo que o câmbio fechou em alta de 0,02%, a R$ 5,4980, com a piora do humor nos mercados internacionais. Na semana, o câmbio teve alta de 1,74%.   

EXTERIOR

As bolsas de Nova York fecharam em queda. O resultado trimestral decepcionante da Snap provocou queda de 40% em suas ações, acompanhada de outros papéis de comunicação e tecnologia. Ademais, a fraca leitura do PMI americano e europeu renovou as preocupações sobre o risco de recessão econômica. Assim, o Dow Jones caiu 0,43%, o S&P 500 recuou 0,93% e o Nasdaq perdeu 1,87%. Enquanto na semana, tiveram alta de 1,95%, 2,55% e 3,33%, respectivamente.

Os juros dos Treasuries recuaram e, dessa forma, estenderam as perdas da sessão anterior. Os rendimentos da renda fixa foram pressionados pelo PMI, que reforçou a impressão de que a economia americana desacelera. 

Pressionado pela desvalorização do iene, o DXY caiu 0,16%, acumulando perda de 1,33% na semana. Além disso, o PMI dos EUA contribuiu com o movimento de desvalorização do dólar frente às principais divisas.  

INDICADORES ECONÔMICOS NOS EUA

O índice de gerentes de compras (PMI) composto dos EUA, que engloba os setores industrial e de serviços, caiu de 52,3 em junho para 47,5 em julho, atingindo o menor nível em 26 meses, conforme dados preliminares da S&P Global. Dessa forma, o indicador ficou abaixo da marca de 50, o que denota contração na atividade.

De acordo com a S&P Global, o setor privado americano teve a primeira contração desde junho de 2020. A instituição explica que o resultado sinaliza uma perda de fôlego na atividade inédita desde 2009, com exceção do período de lockdown na pandemia.

POLÍTICA NO BRASIL

O Ministério da Economia anunciou na sexta-feira (22) bloqueio adicional de R$ 6,7 bilhões no Orçamento deste ano, como forma de ajustar as contas do governo ao teto de gastos. É o terceiro corte feito no ano, elevando o total para R$ 12,74 bilhões. Na prática, esse valor fica suspenso das verbas destinadas aos ministérios, que já se queixavam da falta de recursos para as operações do dia a dia. Em relação ao que já estava bloqueado desde maio, houve a necessidade de um corte extra de R$ 2,77 bilhões. De acordo com um técnico do ministério, desde então o governo vinha utilizando esses recursos bloqueados para atender as necessidades de urgência dos órgãos. Por isso, agora o novo corte chega a R$ 6,7 bilhões. O detalhamento de quais áreas serão atingidas deve ser anunciado hoje (25). (Estadão)

A convenção nacional do PL oficializou, neste domingo (24), o presidente Jair Bolsonaro como candidato à reeleição e o ex-ministro da Defesa Braga Netto, a vice. O evento do PL ocorre a menos de três meses da eleição. (Folha / Poder360)

Para mais notícias sobre política, acesse o Panorama Político.

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