Depois de fortes quedas, futuros de Wall Street indicam abertura em alta

NESTA MANHÃ
Nesta manhã: Depois de fortes quedas, futuros de Wall Street indicam abertura em alta.
  • As bolsas na Ásia não fecharam com sinal único. O Nikkei recuou 1,32%, pressionado pela fraqueza do pregão anterior nas bolsas de Nova York, enquanto o Xangai Composto subiu 1,02%, apoiado em ações de montadoras e do setor de energia. Ao mesmo tempo, o Hang Seng terminou estável.
  • Na Europa, as bolsas operam em baixa, em dia de alta volatilidade, diante da perspectiva de altas de juros ainda no radar e em meio à publicação de indicadores. Assim, o Stoxx Europe 600 opera em queda de 1,01%. 
  • Na agenda de indicadores, o índice de preços ao consumidor (CPI) da Alemanha subiu 7,9% em maio, na comparação anual, conforme previsto. Ainda no país, o índice ZEW de expectativas econômicas subiu a -28,0 para junho, mas ficou abaixo da expectativa de -26,3 dos analistas.
  • Os futuros dos índices de ações de Wall Street indicam abertura em alta.
  • O rendimento do T-Notes de 10 anos está em 3,30%. 
  • Os contratos futuros do Brent sobem 0,90% a US$ 123,37 o barril.
  • O ouro está em alta de 0,22%, a US$ 1.823,23 a onça. 
  • O Bitcoin negocia a US$ 22,3 mil.
AGENDA DO DIA
  • 08:00 EUA: Relatório Mensal da OPEP (Mai) 
  • 09:00 Brasil: Crescimento do Setor de Serviços (Abr)
  • 09:30 EUA: Índice de Preços ao Produtor (Mai)  

RESUMO DO FECHAMENTO ANTERIOR
BRASIL

Com maior aversão ao risco no exterior, o Ibovespa fechou em baixa de 2,73%, aos 102.598,18 pontos. O mercado de juros acompanhou o estresse dos ativos globais com taxas em forte alta, alinhadas à curva dos Treasuries, na qual os rendimentos dispararam, e à pressão sobre o câmbio. O CPI acima do consenso, ainda fez estragos, somando-se a outros sinais de inflação global e elevando o risco de uma atuação mais firme dos bancos centrais, sobretudo o Fed que, junto com o Copom, divulga decisão na quarta-feira (15). 

Após encerrar a semana anterior com valorização de 4,39%, o dólar subiu 2,53% no pregão, a R$5,1150, maior nível de fechamento em mais de um mês. O dia foi marcado por liquidação global de ativos de risco e busca de refúgio na moeda americana.

EXTERIOR

As bolsas de Nova York fecharam em queda relevante, em meio à deterioração do sentimento de risco. Enquanto o mercado aguarda pela decisão do Fed, crescem as perspectivas de que o BC americano pode acelerar ainda mais o ritmo do aperto monetário. Desse modo, o Dow Jones fechou em queda de 2,79%, o S&P 500 desabou 3,88% e o Nasdaq tombou 4,68%.

Os juros dos Treasuries operaram em forte alta e o da T-note atingiu máxima em mais de uma década, em meio a renovadas expectativas de que o Fed tenha que endurecer a postura no combate à inflação. Assim, no fim do dia, o rendimento da T-note de 10 anos se situava a 3,383%. Ao passo que a corrida ao dólar no exterior levou o índice DXY ao seu maior patamar desde novembro de 2002, avançando 1,02%.

POLÍTICA NO BRASIL

O Senado aprovou, por 65 votos a 12, o texto-base do projeto de lei complementar (PLP) 18, que limita em 17% o ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte público. A versão final do texto, de autoria do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), trouxe uma série de ajustes. Desse modo, a matéria voltará para a análise da Câmara dos Deputados, que deve se debruçar sobre o assunto na próxima semana. (Valor)

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