Bolsas europeias operam em baixa em meio à expectativa de decisão do BCE

NESTA MANHÃ
Nesta manhã: Europa opera em baixa em meio à expectativa de decisão do BCE.
  • Os mercados acionários da Ásia fecharam com viés de baixa. Investidores avaliaram dados da balança comercial da China, com resultado bem acima do previsto, e além de novas restrições no país por causa da covid-19. Assim, o índice Xangai Composto fechou em baixa de 0,76%, o Hang Seng caiu 0,66%, mas o Nikkei em alta de 0,04%.
  • Na Europa, as bolsas operam em baixa. O foco do mercado está na decisão do BCE, assim como nas projeções e nas sinalizações de próximos passos do BC. O índice Stoxx Europe 600 recua 0,50%.
  • Os futuros dos índices de ações de Wall Street indicam abertura em alta. 
  • O rendimento do T-Notes de 10 anos está em 3,016%.
  • Os contratos futuros do Brent caem 0,23% a US$ 123,30 o barril.
  • O ouro está recuando 0,22%, a US$ 1.849,14 a onça.
  • O Bitcoin negocia a US$ 30,5 mil.
AGENDA DO DIA
  • 08:45 União Europeia: Decisão BCE
  • 09:00 Brasil: IPCA (mai)
  • 09:30 EUA: Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego

RESUMO DO FECHAMENTO ANTERIOR
BRASIL

 O mercado fechou em baixa, em contexto de persistente pressão das commodities sobre a inflação global e de risco crescente de que algum parêntese recessivo venha a se impor no momento em que as maiores economias tornam as respectivas políticas monetárias mais restritivas. Dessa forma, o Ibovespa recuou 1,55%, aos 108.367,67 pontos. Os juros futuros fecharam de lado, após passarem o dia sem firmar tendência e com várias trocas de sinais.   

Da mesma forma, a instabilidade marcou os negócios no mercado doméstico de câmbio. O real segue pressionado pela reprecificação do risco fiscal doméstico, na esteira do plano do governo para reduzir os preços de combustíveis, e pela piora do apetite ao risco no exterior. Além disso, crescem os temores de que a economia global amargue um quadro de estagflação diante da disparada do petróleo e do aperto monetário. Assim, o dólar fechou em alta de 0,33%, a R$ 4,89. 

EXTERIOR

Os mercados em Nova York fecharam em queda. Investidores estavam atentos a riscos à economia, tanto dos EUA quanto global, o que tende a pressionar as ações. Desse modo, o sinal vermelho prevaleceu entre os setores, com ganhos em energia como exceção, diante da alta do petróleo. Assim, o índice Dow Jones fechou em baixa de 0,81%, o S&P500 recuou 1,08% e o Nasdaq teve queda de 0,73%. 

Ao passo que o índice DXY avançou 0,22%, com investidores atentos ao risco de recessão global e também à espera de aperto monetário pelo Fed, na próxima semana. Os juros dos Treasuries subiram, enquanto investidores aguardam a divulgação da inflação (CPI) americana de maio na sexta-feira (10). A curva de juros se inverteu na sessão, com os retornos das T-notes de 5 e 7 anos acima do da T-note para 10 anos. Dessa forma, no fim de tarde, o juro da T-note de 10 anos avançava a 3,03%. 

GUERRA NA UCRÂNIA

Mais de 1.000 soldados ucranianos feitos prisioneiros após o cerco de Mariupol foram transferidos para a Rússia. Os combates entre as forças ucranianas e russas persistiram na cidade de Severodonetsk, no leste da Ucrânia, e o governador da região disse que não pode descartar uma retirada da cidade pelas forças ucranianas.

Autoridades russas e turcas conversaram sobre a criação de uma rota marítima para exportar grãos da Ucrânia que não produziu um avanço. A Ucrânia não concordou com um possível acordo. (WSJ)

POLÍTICA NO BRASIL

O relator do projeto que limita a 17% a alíquota do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte público, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) detalhou que a PEC dos Combustíveis contará com um “auxílio financeiro” da União de R$ 29,6 bilhões. Como apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro na segunda-feira (6), a PEC vai prever alíquota zero do ICMS para o óleo diesel, gás natural e gás de cozinha (GLP). E ainda haverá desoneração completa do PIS/Cofins para etanol e gasolina. (Valor)

O governador de Roraima, Antônio Denarium (PP), disse que é a favor de zerar o ICMS dos combustíveis e do gás de cozinha, medida proposta pelo presidente Jair Bolsonaro, “respeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal”. Ele é o primeiro governador a declarar apoio ao projeto. (Valor)

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