As ações globais caem em cenário de inflação persistente; criptos despencam

Nesta manhã
  • As bolsas asiáticas fecharam em baixa, refletindo a pressão sobre as ações de tecnologia, após o tombo do Nasdaq em Nova York ontem (11). Em Hong Kong, o índice Hang Seng desabou 2,24%. O subíndice de tecnologia local teve queda de 3,8%. Em Taiwan, o papel do fabricante de chips Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. (TSMC) despencou 3,07%. Em Tóquio, o Nikkei caiu 1,77%. Na China, os prejuízos foram mais contidos. O Xangai Composto cedeu 0,12%. Dados recentes mostraram expressivo declínio no número de novas infecções por covid-19 na cidade de Xangai.
  • As principais bolsas europeias operam em queda, ecoando as fortes perdas de Wall Street após dados de inflação ao consumidor (CPI) dos EUA reforçarem temores sobre o impacto de aumentos de juros no crescimento econômico. O índice Stoxx Europe 600 recua 2,18%.  Os investidores também digerem os últimos números do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido, que decepcionaram. O PIB britânico cresceu 0,8% no primeiro trimestre, menos do que se previa. Em março, encolheu 0,1% ante o mês anterior. Também em março, a produção industrial do país teve uma queda inesperada. A União Europeia (UE) ainda enfrenta dificuldades para aprovar um proposto embargo do bloco ao petróleo russo.
  • Os futuros dos índices de ações de Wall Street apontam para uma abertura no vermelho. O dólar renova as máximas, na esteira da busca por ativos mais seguros, em meio a preocupações de que o aperto de políticas monetárias para conter a escalada da inflação prejudicará a economia global. 
  • O rendimento do T-Notes de 10 anos está em 2,83%.
  • Os contratos futuros do Brent recuam  1,86% a US$ 104,13 o barril.
  • O ouro está de lado a US$ 1.847,42 a onça.
  • O Bitcoin despencou e agora é negociado a US$ 28 mil. A venda em massa de moedas digitais,  desencadeada em parte pelo colapso da stablecoin TerraUSD, levou o Bitcoin abaixo de US$ 25.500 e várias outras moedas registraram quedas percentuais de dois dígitos. A Tether foi ao Twitter para tranquilizar os mercados.

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