Bolsas operam em alta

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Ainda que o apetite por risco prevaleça, investidores seguem atentos a sinais de arrefecimento da recuperação global, seja como resultado da guerra entre Rússia e Ucrânia ou de restrições que a China adotou para combater uma nova onda de covid-19.

  • As bolsas asiáticas fecharam em alta, lideradas pelo mercado japonês, que se beneficiou com a fraqueza do iene após o Banco do Japão (BoJ) confirmar sua postura ultra-acomodatícia. O índice Nikkei subiu 1,75% em Tóquio. A moeda japonesa renovou mínima frente ao dólar durante a madrugada, ultrapassando o nível de 130 ienes pela primeira vez desde abril de 2002. O BoJ deixou sua política monetária inalterada, apesar do avanço da inflação doméstica, e anunciou que irá comprar bônus do governo japonês (JGBs) de 10 anos a uma taxa de 0,25% em todos os dias úteis para garantir que o rendimento do papel não ultrapasse este nível. O Hang Seng teve alta de 1,65% em Hong Kong. Na China, que vem enfrentando uma grave onda de covid-19, o Xangai Composto avançou 0,58%. 
  • Na Europa, as bolsas operam em alta, após balanços positivos de empresas da região ajudarem a abafar temores sobre a perspectiva de desaceleração da economia global. O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,86%. Em Londres, o setor bancário se destacava, após a divulgação de resultados trimestrais. Já em Frankfurt, a ação local da Meta disparava 15%, após a controladora do Facebook apresentar lucro maior do que o esperado no fim da tarde de ontem (27). O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, afirmou que os desdobramentos do conflito russo-ucraniano sugerem crescimento mais fraco da zona do euro mais adiante. Nas próximas horas, as atenções na Europa vão se voltar para os dados de inflação da Alemanha. 
  • Os futuros dos índices de ações de Wall Street sinalizam uma abertura positiva, com os agentes à espera do PIB dos EUA, assim como os balanços de gigantes da economia americana, incluindo Apple e Amazon.

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