Europa em queda, negociações na Ucrânia e atenção para mais falas de dirigentes do FED

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Dados econômicos na China puxaram bolsas: Europa em queda, negociações na Ucrânia e atenção para mais falas de dirigentes do FED

  • As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça. O Hang Seng, que voltou hoje do feriado de Páscoa, liderou as perdas, com queda de 2,28% em Hong Kong. Na sexta-feira (15), autoridades chinesas baniram a transmissão em tempo real de videogames não autorizados, decisão que pesou em ações de empresas de tecnologia como Bilibili (-10,92%), Kuaishou Technology (-2,98%) e Alibaba (-4,19%). Na China continental, as perdas foram marginais: o Xangai Composto caiu 0,05% e o Shenzhen Composto recuou 0,11%. Ontem, o banco central chinês (PBoC) anunciou a expansão do apoio financeiro a empresas e indivíduos mais afetados pela atual onda de covid-19.  Por outro lado, o japonês Nikkei subiu 0,69%
  • As bolsas europeias operam em baixa na manhã desta terça-feira, em meio a preocupações renovadas com a guerra entre Rússia e Ucrânia, que entrou numa fase nova e possivelmente decisiva. Investidores também mantêm a cautela com a perspectiva de aperto monetário agressivo nos EUA e à espera de mais balanços de grandes empresas americanas.. O índice Stoxx Europe 600 recua 1,16%. 
  • Os futuros dos índices de ações de Wall Street operam mistos 
  • O rendimento do T-Notes de 10 anos está em 2,89%. O presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, enfatizou no fim da tarde de ontem a importância de se combater a inflação com aperto monetário “rápido”.
  • Os contratos futuros do Brent recuam 1,12% a US$ 110 o barril.
  • O ouro está de lado a US$ 1.978,28 a onça.
  • O Bitcoin é negociado a US$ 40,7 mil.

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