Semana começa com bolsas no vermelho

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Semana começa com bolsas no vermelho

  • As bolsas asiáticas fecharam em baixa. O índice Xangai Composto recuou 2,61%, refletindo a inflação ao consumidor (CPI) da China, que acelerou para 1,5% em março, superando as expectativas, em meio aos efeitos de medidas de Pequim para controlar os últimos surtos de covid-19 e de um recente salto nos preços de energia, motivado pela guerra entre Rússia e Ucrânia. A inflação ao produtor (PPI) chinês perdeu força no mês passado, a 8,3%, mas também ficou acima do previsto. O índice japonês Nikkei caiu 0,61% e o Hang Seng afundou 3,03% em Hong Kong. O apetite por risco na região asiática também é comprometido pela postura do Fed e pela indefinição do conflito russo-ucraniano.
  • Na Europa, as bolsas operam sem direção definida. O índice Stoxx Europe 600 recua 0,34% e o euro avança 0,31% frente ao dólar. O primeiro turno das eleições presidenciais da França deu ao titular Emmanuel Macron uma vantagem estreita sobre a desafiante nacionalista Marine Le Pen. As ações de tecnologia pesam negativamente no indicador, enquanto os bancos tiveram desempenho superior ao aumento dos rendimentos dos títulos.
  • Os futuros dos índices de ações de Nova York operam no vermelho, após o Federal Reserve ter sinalizado na semana passada aumentos acentuados das taxas de juros e redução do balanço patrimonial para conter as pressões sobre os preços. 
  • O rendimento do T-Notes de 10 anos está em 2,76%.
  • Os contratos futuros do Brent recuam 3%, a US$ 99,10 o barril, devido aos riscos à demanda com bloqueios de Covid na China, incluindo extensas restrições em Xangai.
  • O ouro avança 0,44% a US$ 1.955 a onça.
  • O Bitcoin despencou e é negociado a US$ 41,5 mil.

O documento (As bolsas abrem em alta em NY) completo está no link abaixo.

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