Absolute Pace Long Biased FIC FIA

Absolute Pace Long Biased FIC FIA

Fundada em 2013, a Absolute Investimentos é uma gestora de recursos independente, fruto da união de seis sócios-fundadores que carregam uma longa experiência com gestão de recursos e atuação em tesourarias. A casa é uma das principais gestoras de recursos do Brasil e tem sob gestão fundos de ações, multimercado e arbitragem. Atualmente, o AuM da casa gira em torno de R$ 21 bilhões, tendo maior concentração nas estratégias macro.

Fabiano Rios é sócio-fundador e CIO da Absolute. Atua diretamente na gestão dos fundos, sendo o responsável pela área como um todo e, também, pela área de pesquisa. Formado como administrador pela FGV, tem 23 anos de atuação no mercado financeiro. Foi Head das mesas de bolsa e câmbio na tesouraria do Santander, gestor do banco Merrill Lynch e, por fim, gestor na Claritas Investimentos.

Christian Faricelli e Tiago Ring são os gestores responsáveis pela estratégia bottom-up de ações da Absolute. Christian tem mais de 12 anos de experiência em gestão de ações em estratégias long & short, long only e long bias. Além de ter sido gestor no Pátria Investimentos, foi sócio e portfólio manager no Capitânia e Canvas Capital. Tiago Ring possui certificação CFA e acumula passagens pelo Credit Suisse Hedging Griffo como analista de fundos e renda fixa, analista sênior de ações na Kapitalo Investimentos e co-portfolio manager e analista na Arkon Investments.

Em sua totalidade, o time de gestão e análise conta com 23 profissionais, dos quais oito são ligados diretamente à gestão do fundo de ações, contando com Fabiano Rios (CIO).

O Absolute Pace Long Bias FIC FIA é um fundo de ações de estratégia long bias voltado para investidores qualificados. Ou seja, o fundo tem viés comprado em bolsa, contudo pode carregar posições de proteção para o portfólio. A estratégia do Absolute Pace une a expertise do time macro (olhar top-down) da Absolute com o conhecimento micro (olhar bottom-up), gerando complementaridade. O time de equities faz análises olhando apenas para os fundamentos das empresas e chegam em uma carteira ideal através de valuations. A partir disso, analisam essa carteira com a visão macro para validar ou não aqueles cases micro. Vale destacar que o micro nunca é condição suficiente para entrar na carteira, pois o ambiente macro também deve estar corroborando positivamente para a posição ser relevante.

Além de olhar para os fatores ligados às ações, a equipe do Christian também tem a liberdade de capturar retornos em outros mercados e ativos, como juros, renda fixa e empresas em situações especiais, por exemplo. Contudo, para esse tipo de operação entrar no portfólio o time tem que ter uma convicção muito forte de que é uma oportunidade com ótima relação risco-retorno.

No processo decisório do Absolute Pace, o Christian e o Tiago possuem aproximadamente ⅔ e ⅓ de risco, respectivamente. O Christian, por ser o head de gestão de ações, tem a palavra final em relação ao fundo. Apesar de ambos tomarem decisões de forma autônoma em seus respectivos books, uma posição grande do fundo precisa necessariamente ser uma posição grande no books dos dois gestores. Além disso, como contam com o input macro da casa, há uma reunião quinzenal em que o Fabiano Rios, CIO, faz sugestões no portfólio trazendo a expertise macro.

Em relação à gestão de risco, o fundo tem uma exposição bruta que varia de 67% a 300%, ou seja, podem operar alavancado, enquanto a exposição líquida (posições compradas – vendidas) gira entre 20% e 120%. O Pace utiliza um limite setorial líquido de 15% vendido e 35% comprado. Quando olham especificamente para uma ação, há um limite de concentração de 15% para ficar comprado e um limite vendido de 10%. Para empresas em situações especiais, utilizam um limite de 20%. O fundo tem uma volatilidade esperada de 12% (podendo variar em uma banda de +- 3%) não conta com uso de stop, limite de VaR ou stress.

Por fim, o fundo está com posição líquida comprada de 79% e bruta de 143%, diversificada entre empresas e setores. Além da posição em bolsa, o Absolute Pace também está com outros riscos na carteira, como 3,2% comprado em eventos corporativos, 3,3% vendido em petróleo, 3,2% comprado em crédito privado, 1,3% comprado em dólar e 1% em FIIs. No book long, estão mais alocados em óleo e gás, bancos e utilidades públicas. Já no book short, estão com posições em telecomunicações e consumo.

Mercados de atuação e performance:

TESOUROCRÉDITO PRIVADOMOEDASAÇÕESDERIVATIVOSALAVANCAGEM
CaixaAções Brasil e Exterior

Referência: fevereiro/2022

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