HIX Institucional FIC FIA

HIX Institucional FIC FIA

A HIX Capital é uma gestora de recursos independente, fundada no ano de 2012 em São Paulo por Gustavo Heilberg e Rodrigo Heilberg. A casa é focada em renda variável e possui atualmente R$ 1,9 bilhão sob gestão, conforme dados do Quantum.

Gustavo Heilberg é sócio fundador e COO da HIX Capital, dessa forma, respondendo pelas áreas de relacionamento com investidores, risco, compliance e operacional. Gustavo exerceu diversas funções no Grupo Scalina até alcançar uma posição no conselho da empresa. Além disso, também é participante do conselho de outras empresas, como: Acesso, Hire Investimentos e H3PAR.

Rodrigo Heilberg é sócio fundador e CIO da Hix Capital, dessa forma, respondendo pela gestão e análise de investimentos da gestora. Rodrigo possui experiência prévia como analista de renda variável na Skopos Investimentos, membro do comitê de auditoria do Pravaler S/A e CFO do Grupo Scalina.

A equipe de análise, liderada por Rodrigo Heilberg, conta com oito analistas de research que possuem conhecimentos específicos em determinados setores, mas não são divididos dessa forma. Além disso, a casa conta com dois analistas de Data Science, que são responsáveis por aprimorar a análise de dados envolvida no processo de investimento da gestora. Vale ressaltar a combinação de experiências prévias dessa equipe que possuem passagens por mercados de private equity, bancos de investimentos, companhias da economia real e outras gestoras, podendo citar nomes de peso, como Pátria, Sinqia, Constellation, JGP, Morgan Stanley e JP Morgan.

O HIX Institucional FIC FIA é um fundo de ações que segue a estratégia única da casa, que possui perfil Long Only. Este produto costuma ficar com exposição próxima de 100% em ações, ou seja, armazenando pouco caixa. O fundo teve início como clube em 2005, mas se tornou fundo oficialmente somente em 2012. Sua carteira teórica roda com uma média de 15 a 25 papéis de empresas brasileiras de todos os tamanhos (capitalização), que podem estar listadas na B3 ou no exterior, sempre respeitando o limite de 20% do portfólio alocado internacionalmente. Uma característica interessante da estratégia é que o fundo carrega posições que possuem baixo overlap (sobreposição) de carteira quando comparado ao restante do mercado.

O processo de investimento do fundo conta com um filtro inicial que leva em consideração múltiplos fundamentalistas e de liquidez. Com isso, identificam um universo de empresas passíveis de investimento que conta com aproximadamente 170 ativos. Diante desse universo de empresas, é decidido em comitê de investimento trimestral quais são os cases que serão estudados com mais profundidade por cada analista. Nesse sentido, é adotada uma análise fundamentalista bottom-up e emprego de ferramentas próprias de valuation para apreçamento dos ativos através da TIR (Taxa Interna de Retorno) das companhias em um horizonte de cinco anos. 

Vale destacar a comunicação constante com diversos membros das empresas que estão sendo estudadas, que vai até mesmo aos níveis hierárquicos baixos das companhias, não ficando restrito às equipes de relacionamento com investidor e membros dos conselhos. Além disso, a HIX entende que a experiência prévia dos gestores e da equipe de análise, sobretudo na economia real, é o grande diferencial do processo de investimento da casa.

O processo decisório ocorre de forma colegiada em comitês de investimento, que envolvem a equipe de análise e o gestor. Grande parte desses comitês também são utilizados para avaliar posições que estão na carteira, ou seja, monitorar o portfólio e nessas reuniões as decisões de incluir ou retirar papéis do portfólio precisam ser unânimes.

Este produto possui limite de 20% do PL por posição montada, que pode se valorizar até 25% em caso esse valor seja ultrapassado, o gestor de risco, Gustavo Heilberg, possui discricionariedade para reduzir a posição até o reenquadramento. O fundo também possui o limite de 30% por setor. Já o risco de liquidez do produto é controlado através do prazo de resgate longo da estratégia, D+62, e do cálculo diário do tempo necessário para zerar o portfólio, que roda em torno de 20 dias. Por ser uma estratégia Long Only, o fundo não utiliza Stop Loss e não faz uso de derivativos e alavancagem em suas operações.

A estratégia conta com uma carteira pouco rotativa, que hoje está principalmente posicionada nos seguintes papéis: Hapvida (9,1%), Light (8,8%), Klabin (7,3%), Eneva (6,7%), dentre outras ações. 

Em relação à alocação do portfólio como um todo, o fundo conta com uma concentração de 21,1% no setor de Utilities, 14,0% em Healthcare, 12,6% em Agribusiness, 11,9% em Consumo/Varejo Local, 8% em Infra, 7,4% em Educacional, dentre posições em outro setores, como Papel e Celulose, Tech, Farmacêutico, etc…

Mercados de atuação e performance da estratégia:

TESOUROCRÉDITO PRIVADOMOEDASAÇÕESDERIVATIVOSALAVANCAGEM
XXXX
CaixaBrasil

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